Arrimar quer dizer
pôr em rima ou amparar.
Também pode ser bater,
Apoiar ou arrumar...

Singela homenagem aos Poetas Populares

sábado, abril 30, 2005

Até pareço uma bola...

bola

Até pareço uma bola...

A Lima, dá-me na tola.
A São, na tola me dá.
Até pareço uma bola,
Que rebola sem pará. ( esta é à brasileira, que é para rimar)

Olha que grandes amigas,
Que eu fui arranjar.
Mas estas raparigas,
Só sabem recriminar?

Vamos mas é a escrever,
Umas rimas à maneira.
Vamos lá a ver,
Qual vai ser a primeira...

Fico à espera da resposta.
Mas tem que ser a rimar.
Até faço uma aposta.
Vai ser a São a ganhar...

Pedis-te para te picar.
Agora, já estás picada.
Se não vieres aqui rimar,
Podes crer, estás tramada!

À Lima, só quero dizer,
Que acredito nela.
E não me venha dizer,
Que também quer uma picadela...

Se fôr preciso, eu dou.
Só para ela escrever.
Já sabem como é que eu sou.
Quando pico, pico a valer...

Já dei o meu recado.
E agora vou à vida.
O repto está lançado,
A missão foi cumprida.

Rimo

|

sexta-feira, abril 29, 2005

Onde andam os meus amigos?

amigos

Pressionar a foto para ler

Onde andam os meus amigos?

Onde andam os meus amigos?
Que cá vinham colaborar?
Onde estarão escondidos?
Será que irão voltar?

A Tania, deixou de rimar.
A São, nunca mais cá veio.
Será que não vão voltar?
Esse é o meu receio.

O Ivo, já ninguém o vê.
O Freddy, também fugiu.
Pergunto eu: Porquê?
Será que alguém os viu?

Deixam-me aqui sózinho.
Ninguém me vem ajudar.
Bem! Só tenho um caminho,
É continuar a rimar.

Vou voltar a pedir,
A quem quiser participar.
Que leia o verso a seguir,
Se me quiser ajudar.

Gostava que me ajudassem,
Seria um grande prazer.
Publicar o que mandassem
P'ra todos podermos ler.

Este verso já foi escrito.
Escrevi-o há muito tempo.
E se agora o repito,
É porque preciso de alento.

Rimo

|

segunda-feira, abril 25, 2005

Nunca esquecendo esse dia...

25 de Abril


25 de Abril

Grandola Vila Morena,
Na sua versão cantada.
Uma música e um poema,
Era a senha combinada.

Começou a revolução
P´ra ganhar a liberdade.
Liberdade de expressão,
Que é a base da verdade.

Foi deposto o regime,
Que tanto nos oprimia.
Foi um dia sublime,
Um dia de muita alegria.

Começaram então os sonhos,
E os vivas à liberdade.
Depois, tempos medonhos,
Tempos de instabilidade.

Mas a coisa endireitou,
Veio então prosperidade.
Mas como o mundo mudou,
Já só nos resta a liberdade.

E já não é nada mau!
Poder-mos pensar e falar.
Estamos tesos como um carapau,
Mas havemos de aguentar.

Devemos sempre sonhar,
Nunca esquecendo esse dia.
Não deixar-mos de lutar,
Por essa passada alegria.

Passou uma geração,
Mas a luta continua.
O espirito da revolução,
Deve continuar na rua.

Não tomem este apelo,
Como um acto de política.
Porque só estou a fazê-lo,
Numa atitude cívica.

A melhor forma de lutar,
É com trabalho e produção.
Não nos basta só gritar:
Viva a Revolução.

Rimo
|

sábado, abril 23, 2005

Agora, que o Rimo voltou...

mentiroso

Era uma vez um blogueiro,
Que não cumpria o prometido.
Apesar de ser porreiro,
Faltava com o que é devido.

Dizia que ia escrever,
Todos os dias aqui.
Acabou por desparecer,
Como isto, eu nunca vi...!

Já com saudades da rima,
Voltou para escrever.
E agora, ainda por cima,
Sem saber o que dizer...

Mas que grande mentiroso!
Prometeu e não cumpriu.
Agora vem todo vaidoso...
Onde é que isto já se viu?

Não traz assunto interessante...
Do que é que ele irá falar?
Mas o que é importante,
É continuar a rimar...

Parece que vai retomar,
Que vai voltar a escrever.
Que seja, então, a rimar,
Mas agora sem prometer.

Estamos fartos de promessas!
Andam todos a prometer.
Mas não passam de conversas,
Só para nos entreter.

Agora, que o Rimo voltou,
Vamos todos ARRIMAR!
Sabem quem é que eu sou?
Sou o Rimo, a inventar... ;-))

Rimo

|

Referências

Blogshares


Share price history

Passaram por aqui. Obrigado pela visita